
Fazer supermercado é um dos grandes “penalties” para um divorciado. Para piorar minha situação, tenho que ir aos supermercados argentinos.
O “modus operandi”, como tudo por aqui, é diferente, ou melhor dizendo, pior.
A seguir algumas caracaterísticas dos supers argentinos:
Muitos não tem estacionamento. Tenho que pendurar os saquinhos um em cada dedo... quando chego até o carro as mãos já estão todas marcadas. Preciso encontrar a chave, liberando algum saquinho... normalmente o do “ovo” acaba caindo no chão.
Não há empacotadores. Você mesmo é responsável por ensacar a compra.
Seguindo a linha de “quanto menos empregados melhor”, é comum em um CARREFOUR ter 3 ou 4 caixas funcionando e grandes filas.
Compras maiores, sem exceção, só delivery. É o mais comum. O problema é que podem demorar até 3 horas para entregar e alguém tem que ficar esperando.
Os caixas rápidos para compras de até 10 volumes são lentos. Não deviam chamar rápidos!
O monitor que demonstra os preços fica virado para o caixa e não para o comprador. Precisa conferir!
Os preços nas gôndolas são mal marcados. O mais normal é aparecer algo errado, e é claro, mais caro do que aparece na gôndola.
Muitos caixas recebem pagamentos de água, luz, telefone, etc... Se tem alguém pagando conta na sua frente, é necessário paciência redobrada!
As vezes , quando está chegando sua vez, o caixa para de funcionar. A partir de um volume de dinheiro no caixa, vem um gerente retirar o dinheiro e demora até voltar a funcionar.
E completando. Não tem:
requeijão
farinha láctea
suco de uva Superbom
leite moça
paçoquita
“nossas” frutas
feijão!!







